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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

JOGO 5121

PARTIDA NUM.: 5121
COMPETIÇÃO: Copa Sulamericana (Quartas de Final - Jogo de Volta)

                                            

JOGO: Bahia (1) 1 X 0 (4) Atlético (PR)
DATA: Quarta-feira, 31 de outubro de 2018
LOCAL: Curitiba-PR
ESTÁDIO: Joaquim Américo Guimarães (Arena da Baixada)
JUIZ: Diego Haro (Peru)
AUXILIARES: Jonny Bossio (Peru) e Coty Carrera (Peru)
QUARTO ÁRBITRO (VAR): Jesús Valenzuela (VEN)
ADICIONAIS (VAR): Alexis Herrera (VEN) e Juan P. Belatti (VEN)
C. AMARELO: Leo Pelé, Vinícius, Elber e Zé Rafael (Bah) e Renan Lodi e Bruno Guimarães (Atl)
RENDA: Não divulgada
PÚBLICO: 21.977 total 
GOL: Douglas Grolli (Bah)
BAHIA: Douglas Friedrich, Nino Paraíba, Douglas Grolli, Lucas Fonseca e Léo Pelé; Nilton, Elton (Gregore), Flávio, Élber (Vinícius) e Zé Rafael; Junior Brumado (Edigar Junio).
TREINADOR: Enderson Moreira
ATLÉTICO: Santos; Jonathan, Paulo André, Léo Pereira, Renan Lodi; Wellington (Bruno Guimarães), Lucho Gonzalez, Raphael Veiga; Marcelo Cirino (Rony), Nikão (Bergson) e Pablo.
TREINADOR: Tiago Nunes
 
OBSERVAÇÃO: Oitavo e ultimo jogo do Bahia na Copa Sulamericana de 2018. Em  um jogo com emoções à flor da pele para os dois lados na Arena da Baixada, e onde o Tricolor Baiano foi sumariamente prejudicado pela arbitragem, o Bahia devolveu o resultado da Fonte Nova com um gol marcado pelo zagueiro de Douglas Grolli sobre o Atlético-PR. O placar magro de 1 a 0 foi o resultado de uma partida muito disputada, com muita reclamação, mas pouco futebol e que acabou sendo decidida nos pênaltis e pelo goleiro atleticano Santos, que defendeu o primeiro pênalti do Bahia cobrado por Vinicius. A pressão desestabilizou Zé Rafael, que bateu para fora e deixou o Atlético com a vantagem de dois gols. As cobranças do Furacão foram perfeitas e fechadas por Pablo para definir a vitória do Atlético e eliminar o Tricolor Baiano da competição.
 
O JOGO
 
O Tricolor da boa terra entrou em campo com três volantes. Porém, mesmo com o time mais defensivo, o Tricolor soube jogar com inteligência na etapa inicial. No entanto, alguns lances de perigo ocorreram a favor do Atlético-PR. A equipe de Enderson Moreira só se defendia e tentava achar uma bola que pudesse concluir a gol. O Atlético chegava mais na área Tricolor, mas sem levar perigo ao goleiro Douglas.
 
Aos 17 minutos, o Esquadrão de Aço teve um gol anulado. Zé Rafael pressionou a defesa do Furacão e a bola sobrou para Junior Brumado, que chutou para o gol e marcou. Porém, o auxiliar anulou o tento, alegando falta no início do lance.
 
Aos 36 minutos, o Bahia conseguiu a primeira finalização com Léo Pelé, que parou nas mãos do arqueiro Santos. Em um contra-ataque, aos 40 minutos, o Furacão chegou com Marcelo Cirino. Ele recebeu livre na área, mas chutou fraco no gol. Nos acréscimos, o Bahia seguia cozinhando a partida e abriu o placar após um arremesso lateral de Léo Pelé. A bola cruzou a área, o volante Nilton chutou cruzado e Douglas Grolli desviou parar no fundo das redes. Festa Tricolor em plena Arena da Baixada.
 
Segundo Tempo
 
No segundo tempo, a pressão aumentou por parte do time da casa. Mas o Bahia mostrou tranquilidade para administrar o placar. O Tricolor explorou bem a condição de ter três volantes e seguiu sem dar muito espaço para os paranaenses.Sem conseguir furar a defesa do Bahia, o adversário começou a arriscar chutes da intermediária, além de alçar bolas na área, que o zagueiro Douglas Grolli se responsabilizou de cortar.
 
Visando incomodar a defesa do furacão, Enderson Moreira colocou Edigar Junio no lugar de Júnior Brumado, que pouco fez no jogo. Aos 34 min, Edigar puxou contra-ataque perigoso, mas finalizou sem precisão. Nos minutos finais, o jogo se mostrou tenso, pois um gol pra qualquer lado praticamente garantiria a passagem às semifinais. O Bahia passou a cometer mais faltas e conseguiu controlar a partida até o apito final, levando a decisão para as penalidades máximas
 
A vaga do Furacão começou a ser decidida logo na primeira cobrança, quando o goleiro atleticano Santos defendeu a cobrança de Vinícius, que havia entrado com o objetivo de participar da decisão. Depois foi Zé Rafael, o craque do Bahia, que isolou a bola na segunda cobrança. Enquanto isso, Jonathan, Raphael Veiga, Lucho e Pablo fizeram para o Furacão. Edigar Junio fez a única cobrança para o gol pelo Bahia.
 
FOTOS:
 


JOGO 5119

PARTIDA NUM.: 5119
COMPETIÇÃO: Copa Sulamericana (Quartas de Final - Jogo de Ida)

                                            

JOGO: Bahia 0 X 1 Atlético (PR)
DATA: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018
LOCAL: Salvador-BA
ESTÁDIO: Arena Fonte Nova
JUIZ: Fernando Rapallini (ARG)
AUXILIARES: Diego Bonfa (ARG) e Gustavo Rossi (ARG)
QUARTO ÁRBITRO (VAR): Gery Vargas (BOL) 
ADICIONAIS (VAR): Nicolas Gallo (COL) e Hernan Maidana (ARG)
C. AMARELO: Júnior Brumado (Bah) e Léo Pereira, Lucho González, Marcelo Cirino e Pablo (Atl)
RENDA: R$ 528.527,00
PÚBLICO: 23.408 pagantes e 23.641 total
GOL: Pablo (Atl)
BAHIA: Douglas Friedrich; Nino Paraíba, Jackson, Lucas Fonseca e Paulinho; Elton (Vinícius), Gregore, Eric Ramires e Zé Rafael; Clayton (Marco Antônio) e Edigar Junio (Júnior Brumado).
TREINADOR: Enderson Moreira
ATLÉTICO: Santos; Jonathan, Paulo André, Léo Pereira e Renan Lodi; Lucho González (Bruno Guimarães), Wellington e Raphael Veiga (Rony); Marcelo Cirino (Thiago Heleno), Pablo e Nikão.
TREINADOR: Tiago Nunes
 
OBSERVAÇÃO: Sétimo jogo do Bahia na Copa Sulamericana de 2018. Pressão do time mandante, dois gols anulados pela arbitragem e Atlético-PR sorrateiro. Que jogo na Arena Fonte Nova, meus amigos! Com o apoio da torcida, o Tricolor foi para cima do Furacão do começo ao fim, mas saiu da Fonte com o resultado indesejado. A equipe comandada por Enderson Moreira até balançou as redes de Santos por duas vezes, mas viu a arbitragem anular os dois gols de maneira polêmica. O Rubro-Negro, por sua vez, foi frio e calculista. Pablo, aos 21 jogou um balde de água fria no Bahia com um golaço. Até o apito final, apenas um Bahia nervoso dominado pelos toques do Atlético-PR.
 
Aos 22 do primeiro tempo, o torcedor do Bahia soltou o grito, após Clayton, de voleio, mandar a bola para o fundo da rede, isto depois de um bate-rebate na área do Atlético-PR. Mas o jogador levantou demais a perna, numa disputa perigosa, e quase acertou a cabeça de Nikão. O árbitro argentino Fernando Rapallini chegou a validar o gol, mas pediu o VAR. No tira-teima, decidiu por anular o tento e marcar falta a favor da equipe paranaense. Eis que, no primeiro minuto da segunda etapa, o tricolor Ramires mandou também para o fundo da rede, mas depois da comemoração, o juiz anulou o gol e assinalou impedimento do meia do Bahia.
 
O JOGO
 
Empurrado pela torcida, o Bahia tratou de pressionar o Atlético-PR nos primeiros 45 minutos de partida, uma pressão um pouco desajeitada no começo e sem oferecer tanto perigo ao goleiro santista. Mas sabe o ditado “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”? Foi exatamente assim. Aos 22 minutos, Clayton marcou um golaço de voleio, só que a alegria durou pouco, pois após a consulta ao VAR, a arbitragem anulou o gol. O Bahia seguiu criando chances, mas não balançou as redes. O Furacão, um pouco tímido, criou uma única boa chance já nos minutos finais através do jogador Lucho, mas que foi defendida pelo goleiro tricolor Douglas Friedrich.
 
Segundo Tempo
 
O Bahia continuou com sede de gol na segunda etapa, e, logo no primeiro minuto, Ramires empurrou a bola para o fundo das redes. No entanto, a arbitragem voltou a roubar a cena na Fonte Nova, pois após conversa com o bandeirinha, o juiz Fernando Rapallini anulou o gol do Tricolor. Valente, o Bahia seguiu na tentativa de abrir o placar, mas esbarrou nas boas defesas de Santos. O Furacão, que não tinha nada a ver com a história, aproveitou um contra-ataque e tirou o zero do placar com Pablo, aos 21 minutos. O gol do visitante foi um balde de água fria para os 23 mil torcedores presentes na Fonte Nova. Ao Atlético-PR, coube administrar o placar até o apito final.
 
FOTOS: