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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

JOGO 4971

PARTIDA NUM.: 4971
COMPETIÇÃO: Campeonato Brasileiro da Série-B (Segunda Fase - Jogo de Volta)



JOGO: Bahia 0 X 0 Náutico (PE)
DATA: Sábado, 10 de setembro de 2016
LOCAL: Recife-PE
ESTÁDIO: Arena Pernambuco
JUIZ: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
AUXILIARES: Cristhian Passos Sorence )GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
EXPULSÃO: Moisés (Bah)
C. AMARELO: Moisés, Eduardo e Régis (Bah) e Bergson, Walber e Rafael Pereira (Náu)
RENDA: 
R$ 65.970,00
PÚBLICO: 4.859 pagantes
BAHIA: 
Muriel; Eduardo (Tinga), Tiago, Jackson e Moisés; Juninho, Luiz Antônio e Régis (João Paulo); Allano, Edigar Junio e Hernane (Victor Rangel).
TREINADOR: Guto Ferreira (Gordiola)
NÁUTICO: Júlio César;  Walber, Rafael Pereira, Adalberto e Gastón Filgueira; João Ananias (Esquerdinha), Rodrigo Souza (Negretti) e Renan Oliveira; Roni, Bérgson e Jefferson Nem (Vinícius).
TREINADOR: 
Givanildo Oliveira
OBSERVAÇÃO: Vigésimo quarto jogo do Bahia no Campeonato Brasileiro da Série-B de 2016. Mesmo com a estreia do técnico Givanildo Oliveira no comando técnico do Náutico e jogando com um a menos em boa parte do segundo tempo, o Bahia conseguiu empatar sem gols em Recife pela 24ª Rodada do Campeonato Brasileiro da Série-B de 2016.

O tricolor baiano, que teve o lateral Moisés expulso aos 23 minutos do segundo, após este resultado acumulou seis jogos de invencibilidade, com três vitórias e três empates, e assim continuou com a sua campanha de recuperação e perseguição aos líderes, agora com 36 pontos.

O JOGO

O Bahia sentiu bastante a ausência do meia Renato Cajá no meio-campo. Sem o seu camisa 10, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico Guto Ferreira apostou no setor em Régis, que possui características bem diferentes. Afinal, é mais condutor de bola do que articulador.

Isso fez uma tremenda diferença para o Tricolor, que sentiu grandes dificuldades para entrar tocando a bola. Aos quatro minutos, chegou a assustar, mas em uma finalização de longa distância do volante Luiz Antônio. A bola saiu com perigo pela linha de fundo.

Explorando bem as jogadas de contra-ataque, o Náutico poderia ter inaugurado o placar aos nove minutos. Isso não fosse a falta de frieza do meia Renan Oliveira. Ele foi lançado com liberdade pela esquerda, mas chutou em cima do goleiro Muriel.

O Timbu continuou mais perigoso, nos minutos seguintes, por conta de suas jogadas em velocidade. Aos 24 minutos, nova chance para os mandantes. O atacante Roni tocou na meia-lua para Renan Oliveira. Ele passou para o atacante Bergson, que concluiu para fora.

Já o Esquadrão de Aço só conseguiu algo aos 36 minutos. E o gol só não saiu graças ao goleiro Júlio César. Após cobrança de falta de Régis, a zaga afastou mal e o lateral Moisés cabeceou para defesa incrível do arqueiro. A resposta do Náutico veio aos 45. Renan Oliveira mandou, de fora da área, na trave. Na sobra, Roni errou o chute.

SEGUNDO TEMPO

Na segunda etapa, o jogo foi mais morno que na primeira. Mesmo sem conseguiu imprimir a mesma velocidade, o Alvirrubro continuou chegando com mais perigo. Aos 15 minutos, Muriel salvou o Bahia novamente. Após vacilo do zagueiro Jackson, Bergson chutou forte e o goleiro se esticou todo para salvar. No rebote, Roni chutou em cima do Moisés.

Se o Tricolor Baiano já encontrava enormes dificuldades para criar, a situação piorou aos 23 minutos. Moisés recebeu o segundo cartão amarelo, foi expulso e deixou os visitantes com um a menos. Apesar da vantagem numérica, os donos da casa não conseguiram encontrar espaços com facilidade.

O Bahia optou por uma formação mais cautelosa e saiu apenas “na boa”. E em uma destas descidas quase chegou aos gol da vitória. Aos 33 minutos, o atacante Edigar Junio fintou o marcador e passou para o lateral João Paulo finalizar tirando tinta da trave.

VÍDEO:


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