PARTIDA NUM.: 1093
COMPETIÇÃO: Taça Brasil (Primeira Fase - Finais do Grupo Nordeste - Jogo de Volta)
JOGO: Bahia 2 X 2 Ceará (CE)
DATA: Domingo, 27 de setembro 1959
LOCAL: Salvador-BA
ESTÁDIO: Governador Octávio Mangabeira (Fonte Nova)
JUIZ: Valdizar Reis (CE)
AUXILIARES: Jose Cavalcante de Brito (BA) e Clinamulte Vieira França (BA)
AUXILIARES: Jose Cavalcante de Brito (BA) e Clinamulte Vieira França (BA)
C. AMARELO: Na época ainda não existia
RENDA: Cr$ 485.350,00
PÚBLICO: 11.000 pagantes aproximadamente
GOLS: Claudinho (contra) e Léo Briglia (Bah) e Neném e Valter Vieira (Cea)
BAHIA: Nadinho, Leone, Beto, Vicente Arenari e Nenzinho (Florisvaldo); Flávio e Waldemar; Ari, Alencar, Léo Briglia, Marito.
RENDA: Cr$ 485.350,00
PÚBLICO: 11.000 pagantes aproximadamente
GOLS: Claudinho (contra) e Léo Briglia (Bah) e Neném e Valter Vieira (Cea)
BAHIA: Nadinho, Leone, Beto, Vicente Arenari e Nenzinho (Florisvaldo); Flávio e Waldemar; Ari, Alencar, Léo Briglia, Marito.
TREINADOR: Ephigênio de Freitas Bahiense (Geninho)
CEARÁ: Harry Carrey, William, Alexandre, Claudinho e Caneiro; Cláudio e Zezinho; Carlito, Valter Vieira, Gilberto e Neném.
TREINADOR: Astrogildo Nery
OBSERVAÇÃO: Quarto jogo (jogo de volta) do Bahia na Taça Brasil de 1959. Visando promover este segundo partida contra os cerenses, Amado Bahia Monteiro (superintendente do Clube na época) distribuiu uma nota à imprensa baiana conclamando a torcida e os associados do clube à comparecerem para incentivar os jogadores tricolores. E visando estimular ainda mais a torcida, a direção do clube resolveu programar para preliminar do evento um BA X VI de veteranos onde a torcida tricolor pode rever em campo antigos ídolos como, Zé Grilo, Nova, Pedro Amorim, Arnaldo e Zé Hugo.
Com este resultado, como previa o regulamento da competição, foi necessária a marcação de uma terceira partida para se decidir o vencedor do Grupo do Nordeste.
O JOGO
O jogo de volta em Salvador começou bastante movimentado, e o Bahia entrou em campo com uma modificação em relação aos jogos anteriores, ou seja, a entrada do jogador Waldemar na ponta-esquerda.
O Esquadrão de Aço começou a partida pressionando seu adversário, e após tanta pressão, não demorou para obter um resultado, quando através de um forte chute do jogador itabunense Léo Briglia, que acabou desviando no cearense Claudinho, o Tricolor da Boa Terra fazia BAHIA 1 X 0 CEARÁ.
Motivados pelo gol, os tricolores continuaram pressionando os alvinegros cearenses, e não demorou muito para, novamente através do jogador Leó Briglia (desta vez numa jogada de cabeça) ampliar o marcador fazendo BAHIA 2 X 0 CEARÁ.
A sensação geral após o segundo gol tricolor era de que a partida se encaminhava para um triunfo fácil dos baianos, mas o CEARÁ SPORTING não era por acaso Bicampeão de seu estado, e assim, com o desenrolar do jogo, os cearenses reagiram e antes mesmo do final da primeira etapa já haviam empatado a partida com gols de Neném e Valter Vieira. Pouco depois o juiz encerrava o primeiro tempo com o placar BAHIA 2 X 2 CEARÁ.
SEGUNDO TEMPO
Ao termino da partida, a torcida e jogadores tricolores queixaram-se de um pênalti ocorrido em Waldemar não assinalado pelo árbitro da partida, o cearense Valdizar Reis.


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