JOGADOR: Bobô (A Elegância Sutil)
NOME: Raimundo Nonato Tavares da Silva
DATA DE NASCIMENTO: 28 de novembro de 1962
LOCAL: Senhor do Bonfim-BA
DATA DE FALECIMENTO:
LOCAL:
POSIÇÃO: Meia-Atacante
PERÍODO: 1985 à 1989 e 1995 à 1997
ID CBF: 86100
JOGOS: 248 partidas
GOLS: 81 gols
ORIGEM: Divisão de Base da Catuense-BA
JOGO DE ESTREIA:
JOGO DE DESPEDIDA:
CLUBES NA CARREIRA: Catuense-BA, Bahia, São Paulo-SP, Flamengo-RJ, Fluminense-RJ, Corinthians-SP, Internacional-RS
CLUBES NA CARREIRA: Catuense-BA, Bahia, São Paulo-SP, Flamengo-RJ, Fluminense-RJ, Corinthians-SP, Internacional-RS
TÍTULOS NO CLUBE
* Campeão Baiano de 1986, 1987, 1988
* Campeão Brasileiro de 1988
* Campeão da Copa do Nordeste de 2002 como treinador
* Campeão da Taça Estado da Bahia 2002 como treinador
OBSERVAÇÕES: Este jogador conquistou jogando pelo Bahia a "Bola de Prata" da Revista Placar referente ao "Campeonato Brasileiro de 1988" e a "Bola de Prata" referente ao "Campeonato Brasileiro de 1989", esta jogando pelo São Paulo-SP.
Um dos maiores ídolos do Bahia, Bobô foi o líder da equipe comandada por Evaristo de Macedo, que surpreendeu a todos e conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Bobô começou sua carreira na Catuense e, em seguida, foi contratado pelo Bahia, clube que defendeu de 1985 a 1989 e 1996 à 1997.
Em 1989, portanto, após a conquista do Brasileirão pelo Bahia, Bobô teve seu passe negociado com o São Paulo pela soma de U$ 1 milhão, valor exorbitante para os padrões da época. No começo, Bobô rendeu bem no time, fazendo o seu primeiro gol em um clássico contra o Palmeiras, até então invicto no Campeonato, e depois, conquistando um título que parecia impossível. No Brasileirão, após má campanha no primeiro turno, Bobô, juntamente com Raí, Mário Tilico e outros, levou o time a final do Brasileirão, sendo derrotado pelo Vasco da Gama. O rendimento de Bobô no clube paulistano em 1990 ficou muito aquém do esperado, de acordo com a mídia local. Ele assim como outros jogadores, na época, chegava a jogar sem contrato. A má campanha da equipe no Paulistão daquele ano, ao terminar o torneio na 15ª posição, fez com que o jogador acabasse sendo emprestado ao Flamengo.
A má fase de Bobô continuou no Flamengo e o São Paulo acabou negociando o jogador com o Fluminense. No tricolor carioca, voltou a viver um bom momento em sua carreira, quando compôs um eficiente ataque ao lado de Ézio.
Depois disso, o jogador ainda teve rápidas passagens por Corinthians e Internacional. Todavia, em 1996, com apenas 34 anos de idade, Bobô vestiu a camisa do Bahia mais uma vez, a fim de encerrar sua carreira no clube em que virara ídolo.
Em virtude do título do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Bahia, acabou sendo homenageado por Caetano Veloso na música Reconvexo: "quem não amou a elegância sutil de Bobô".
Entre 2002 e 2003, Bobô teve a oportunidade de voltar a defender o Bahia, desta vez a frente da equipe como treinador.
Um dos maiores ídolos do Bahia, Bobô foi o líder da equipe comandada por Evaristo de Macedo, que surpreendeu a todos e conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Bobô começou sua carreira na Catuense e, em seguida, foi contratado pelo Bahia, clube que defendeu de 1985 a 1989 e 1996 à 1997.
Em 1989, portanto, após a conquista do Brasileirão pelo Bahia, Bobô teve seu passe negociado com o São Paulo pela soma de U$ 1 milhão, valor exorbitante para os padrões da época. No começo, Bobô rendeu bem no time, fazendo o seu primeiro gol em um clássico contra o Palmeiras, até então invicto no Campeonato, e depois, conquistando um título que parecia impossível. No Brasileirão, após má campanha no primeiro turno, Bobô, juntamente com Raí, Mário Tilico e outros, levou o time a final do Brasileirão, sendo derrotado pelo Vasco da Gama. O rendimento de Bobô no clube paulistano em 1990 ficou muito aquém do esperado, de acordo com a mídia local. Ele assim como outros jogadores, na época, chegava a jogar sem contrato. A má campanha da equipe no Paulistão daquele ano, ao terminar o torneio na 15ª posição, fez com que o jogador acabasse sendo emprestado ao Flamengo.
A má fase de Bobô continuou no Flamengo e o São Paulo acabou negociando o jogador com o Fluminense. No tricolor carioca, voltou a viver um bom momento em sua carreira, quando compôs um eficiente ataque ao lado de Ézio.
Depois disso, o jogador ainda teve rápidas passagens por Corinthians e Internacional. Todavia, em 1996, com apenas 34 anos de idade, Bobô vestiu a camisa do Bahia mais uma vez, a fim de encerrar sua carreira no clube em que virara ídolo.
Em virtude do título do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Bahia, acabou sendo homenageado por Caetano Veloso na música Reconvexo: "quem não amou a elegância sutil de Bobô".
Entre 2002 e 2003, Bobô teve a oportunidade de voltar a defender o Bahia, desta vez a frente da equipe como treinador.
VÍDEOS:
Reportagem homenageando Bobô pela conquista da Placa na velha Fonte Nova.
Vídeo gravado pelo meia-atacante 'Bobô' para 'Série Esquadrão Eterno' - 24/02/2024.
Golaço do meia 'Bobô' na partida Bahia 2 X 1 Vitória-BA pelo Campeonato Baiano de 1986 - 26/03/1986.
Gol de placa do meia 'Bobô' na partida Bahia 2 X 1 Operário-MT pelo Brasileirão de 1986 - 17/09/1986.
Golaço do meia 'Bobô' na partida Bahia 1 X 0 Flamengo-RJ pelo Brasileirão de 1988 - 18/09/1988.
Golaço do meia 'Bobô' na partida Bahia 2 X 1 Internacional-RS pela final do Brasileirão de 1988 - 15/02/1989.
FOTOS:























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