terça-feira, 13 de janeiro de 2015

NENGO

NENGO

JOGADOR:
 Nengo
NOME: José Carlos Machado Pedreira Filho
DATA DE NASCIMENTO: 20 de agosto
LOCAL: Feira de Santana-BA
DATA DE FALECIMENTO: 
LOCAL: 
POSIÇÃO: Meia
PERÍODO:
JOGOS:
GOLS:
ORIGEM: Divisão de Base do Fluminense-BA
JOGO DE ESTREIA:
JOGO DE DESPEDIDA:
CLUBES NA CARREIRA: Fluminense de Feira-BA, Bahia, Guarani-SP, Rio Branco de Americana-SP, Goiânia-GO.

TÍTULOS NO CLUBE

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OBSERVAÇÕES: Jogador com rápida passagem pelo tricolor da Boa Terra, Filho do jornalista e publicitário feirense José Carlos Pedreira, o Zé Coió, Nengo marcou época jogando pelo Fluminense de Feira-BA, tendo atuado em 10 temporadas pelo tricolor feirense, se tornando um ídolo até hoje muito lembrado pelos seus torcedores.
 
O começo da carreira foi em 1990 no próprio Fluminense de Feira, que tinha seu pai como um dos diretores, de reconhecido trabalho, uma vez que por dois anos consecutivos – 1990 e 1991 – o Fluminense foi vice-campeão baiano.
 
Como jogador, ele ainda acumulou em seu currículo passagens por clubes como Guarani, Rio Branco de Americana/SP, Goiânia/GO, além de ter jogado no futebol mexicano.
 
No dia 31 de maio de 2008, o ex-jogador Nengo, foi preso durante a madrugada daquele sábado, após ter dado um tiro na coxa direita de Cristiano Correia Pereira. De acordo com a Polícia na época, os dois eram são amigos e teriam tido uma discussão em um bar de propriedade do ex-jogador, que colocou o colega para fora do estabelecimento. A discussão foi então retomada, mais tarde, na Avenida Getúlio Vargas, no centro de Feira de Santana, quando o veículo dirigido por Cristiano foi abordado pelo do jogador, tendo o tiro ocorrido em seguida.
 
Perseguido por uma viatura da polícia militar, o ex-jogador foi preso e levado para a 2ª Delegacia. Lá, foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma e lesão corporal. Já a vítima, Cristiano Correia, foi submetida a uma cirurgia ficando em observação médica no Hospital Geral Clériston Andrade. Ainda segundo a Polícia, Nego teria jogado a arma fora, um revólver calibre 32, que depois foi encontrada pelos policiais em uma sorveteria. “Foi uma brincadeira entre amigos e eu esquentei a cabeça, mas não quis matar ninguém”, disse o ex-jogador à Polícia na época.
 
FOTOS:
 
O jogador Nengo ao lado de Paulo Cerqueira e Chico Queiroz, na bancada do Programa Telesportes da TV Itapoan.

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